QUAL A MELHOR AERONAVE PARA INSTRUÇÃO PRIMÁRIA

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

ATR-72 DA TRIP FAZ POUSO DE EMERGENCIA EM MANAUS


O avião que teve que retornar para o Aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus, depois da decolagem, na manhã desta sexta-feira (25), teve um "problema de ordem técnica no sensor do trem de pouso", segundo nota divulgada pela Trip Linhas Aéreas. No total, 42 pessoas estavam na aeronave. Ninguém ficou ferido.

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou que a aeronave saiu de Manaus, às 6h35 (horário local), com destino a Itaituba (PA). Vinte minutos depois, o piloto teria entrado em contato com a torre de controle, informando que havia um problema. O avião, que transportava 38 passageiros e quatro tripulantes, sobrevoou a capital do Amazonas para gastar combustível.
O pouso de emergência ocorreu por volta das 8h40. De acordo com a Trip, os passageiros estão recebendo assistência e devem embarcar em outra aeronave para a conclusão da viagem.

LEIA A NOTA DA COMPANHIA

"A TRIP Linhas Aéreas informa que a aeronave ATR-72, que fazia o voo 5603 partindo de Manaus (AM) com destino a Itaituba (PA) apresentou, logo após a decolagem, um problema de ordem técnica no sensor do trem de pouso. A tripulação técnica adotou o procedimento padrão de pouso nesta condição, e após a confirmação de se tratar de um erro de sensor, a aeronave pousou normalmente.

A TRIP Linhas Aéreas informa que, em função do atraso gerado pelo incidente, a companhia está prestando a devida assistência aos 38 passageiros, enquanto providencia a realocação para outra aeronave, encaminhada pela Companhia para a conclusão do voo 5603."

FONTE: PORTAL G1

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

APAGÃO DE PILOTOS!!!




Matéria enviada por Talys Soares, aluno do curso de Ciências Aeronáuticas da EAC em Campina Grande, PB.

Apagão de pilotos
Aeroclubes não conseguem formar comandantes para aviões de grande porte e as empresas aéreas têm dificuldade para montar suas equipes no Brasil
Wilson Aquino




O maior poder aquisitivo do brasileiro e as facilidades na compra de passagens aéreas são um indicativo de que teremos voos lotados nos próximos anos. Entretanto, um assento corre o risco de permanecer vago na aeronave: justamente o do piloto. A formação de novos comandantes não vem acompanhando a força da indústria da aviação, que cresceu 27% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, e deve seguir em ritmo acelerado na próxima década.
São vários os motivos que podem levar a um apagão de pilotos em dois ou três anos. Desde 2005, houve um êxodo de comandantes para o Exterior. Pelo menos 600 se transferiram para a Ásia e o Oriente Médio, onde os salários são bem mais atraentes. A remuneração de um comandante aqui parte de R$ 6 mil e chega a R$ 18 mil. Lá fora, começa em torno de R$ 11 mil e alcança cerca de R$ 27 mil.
ESCOLA

A formação dada nos aeroclubes está aquém do que se exige no mercado

Outro problema é a desatualização das escolas de aviação. A formação dos pilotos está a anos-luz do que é exigido pelas companhias aéreas. “Os aeroclubes não são mais adequados para funcionar como centros de instrução”, diz Adalberto Febeliano, diretor de relações institucionais da Azul. Essas escolas deixaram de receber incentivos do governo e praticamente pararam no tempo. Os alunos aprendem a voar em velhos monomotores e em simuladores arcaicos. “O sujeito que aprende a andar de bicicleta não está habilitado a dirigir uma moto”, compara Febeliano, que no último ano repatriou 33 pilotos brasileiros da Ásia, do Oriente Médio e da Europa para compor os quadros da empresa. Outras quatro pessoas já foram selecionadas.

PERCALÇO

Falta dinheiro a Gabriel Pires para concluir o curso.

Com vagas disponíveis para dez copilotos de Airbus 319 e 320, o diretor de treinamento e operações da TAM (agora, Latam), comandante Leonard Grant, também reclama da falta de profissionais bem preparados. “Não quero colocar em um Boeing 737-800 um piloto com 300 horas de experiência em outro tipo de avião, provavelmente monomotor com dois lugares ou três”, justifica. A Gol, que enfrentou problemas no término das férias escolares e teve de cancelar voos por causa da escala da tripulação, informou, através de nota enviada à ISTOÉ, que seus profissionais “passam por frequentes treinamentos, estando sempre atua­lizados e a par das normas do setor aeronáutico nacional e internacional.”
A atualização a que a Gol se refere é, na opinião do instrutor de voos Adelmo Louzada, o maior ponto fraco do Brasil hoje. “Os aeroclubes nasceram sob as asas do Estado, mas depois foram abandonados”, afirma ele, também diretor do Aeroclube do Brasil. Um sinal de que um apagão se aproxima é o número de habilitações para pilotos de Linha Aérea de Avião, os aptos a trabalhar nas grandes companhias aéreas, concedidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em 2008, foram habilitados 333 novos pilotos. Em 2009, o número caiu para 230. Nos três primeiros meses deste anos foram 56.

Para obter a licença de piloto comercial são exigidas 150 horas de voo. Mas as grandes empresas não contratam pilotos com menos de 500 horas de voo. E para ser comandante é necessário ter pelo menos mil horas – se o candidato tiver formação superior em ciências aeronáuticas. Se possuir apenas o segundo grau, são necessárias 1.500 horas. Por isso, quem obtém o brevê tem de ganhar experiência por conta própria para estar apto a entrar numa grande companhia. “As empresas vão ter de reduzir essas exigências, senão vai faltar gente”, acredita o comandante Elones Fernando Ribeiro, diretor da Faculdade de Ciências Aeronáuticas da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul. Segundo ele, após 2,8 mil horas de aula teórica e 200 horas de voo o formando tem condições de ingressar no mercado. “Aqui no Brasil, existe a cultura de que horas de voo representam experiência, independentemente do tipo de avião em que voou. Isso é bobagem”, diz. O diretor de segurança operacional da Anac, Carlos Eduardo Pellegrino, pretende conversar com o setor para estruturar a carreira de piloto de modo a reduzir a distância entre a formação e o mercado. “As empresas precisam pegar esses pilotos de estágio inicial e ir progredindo com eles”, defende.




O custo elevado da formação também limita o acesso ao curso de aviador. Para tornar-se piloto comercial é preciso gastar R$ 70 mil – o preço da hora de voo varia entre R$ 240 e R$ 800. O carioca Gabriel Pires, 21 anos, por exemplo, quer se formar piloto comercial e concluir a faculdade. Ele sonha em comandar um Boeing desde os sete anos, quando voou pela primeira vez. Mas seus pais, que bancaram seus estudos até agora, não têm mais como arcar com os custos. “Quero uma vaga de instrutor para atingir a meta de horas”, diz ele.
Para amenizar a situação, a Anac lançou mão de um artifício usado na década de 1970: vai bancar a formação, com a concessão de bolsas, de 213 novos pilotos, sendo 139 privados e 74 comerciais. Para tanto, firmou convênio com 19 aeroclubes de oito Estados e vai desembolsar R$ 3 milhões, recursos do Programa de Desenvolvimento da Aviação Civil do Ministério da Defesa. Mais de 400 candidatos se inscreveram. Outras medidas estão em estudo, como a abertura do mercado para pilotos profissionais estrangeiros, hoje proibida pelo Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica (RBHA), que deve provocar polêmica.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

ATR-42 DA COINVIAS CAI NA VENEZUALA - 51 ESTAVAM BORDO - 15 MORRERAM


O acidente aéreo desta segunda-feira (13) na Venezuela teve 15 mortos e 36 sobreviventes, informaram as autoridades, destacando que o boletim é definitivo.
O avião, da companhia aérea estatal venezuelana Conviasa, transportava 51 pessoas quando caiu, por causas ainda desconhecidas, no estado de Bolívar, no sudeste da Venezuela.
"No total, temos 36 sobreviventes e 15 mortos. Estas pessoas que sobreviveram estão sendo atendidas e contam com todo o apoio do governo", declarou o ministro dos Transportes e Comunicações, Francisco Garcés.
Segundo o ministro, a maior parte dos feridos sofreu traumatismos e queimaduras, mas não corre risco de vida.
"Hoje ocorreu isto aqui na Venezuela, apesar da segurança que mantemos nas linhas aéreas, mas podemos dizer, com alegria, que temos 36 sobreviventes", acrescentou Garcés.
O governador do estado de Bolívar, Francisco Rangel Gómez, disse que alguns feridos, em estado mais grave, podem ser levados à capital, Caracas.
Havia quatro tripulantes e 47 passageiros a bordo. Inicialmente, havia sido informado um total de 47 pessoas na aeronave.

O ACIDENTE
O avião ATR-42 de fabricação francesa pertencia à empresa estatal Conviasa e fazia uma rota doméstica entre Porlamar, na turística Isla de Margarita, e Ciudad Guayana. Inicialmente, as autoridades haviam dito que o avião partia de Ciudad Guayana.
O acidente ocorreu a pouco mais de 9 quilômetros de Puerto Ordaz, que faz parte de Ciudad Gayana e fica a 730 km a sudeste da capital, Caracas.
O avião caiu próximo à entrada das instalações da Siderúrgica del Orinoco (Sidor). Ele ficou bastante danificado, praticamente partido em dois.
Apesar de ter caído numa área movimentada, ele não deixou vítimas em terra, segundo o governador, porque caiu em uma área usada como depósito de materiais usados.
O governador explicou que o acidente aconteceu depois que o avião registrou uma "perda de controle", que chegou a ser notificada à torre pelo piloto.
"Infelizmente, há mortos, mas (...) ao observar o estado em que ficou o avião, acho que tivemos sorte", explicou o ministro dos Transportes e das Comunicações, Francisco Garcés.
"A situação está sob controle", acrescentou o ministro, indicando que a intervenção imediata impediu uma tragédia maior.
O ATR-42 atinge 555 km/h, tem capacidade para entre 44 e 50 passageiros e tem autonomia de voo de 1.611 km.
Um porta-voz afirmou à France Presse que a empresa ATR "está trabalhando em estreita colaboração com a companhia aérea e com as autoridades para compreender as causas do acidente".
A Conviasa é uma companhia aérea estatal venezuelana nascida em 2004 que realiza voos nacionais e também com destino a Teerã, Damasco, Buenos Aires e vários pontos do Caribe.
O último grande acidente aéreo na Venezuela havia ocorrido em 2008, quando um avião da empresa local Santa Barbara com 46 a bordo caiu em uma região montanhosa, matando todos a bordo.


Fonte: Portal G1

sábado, 11 de setembro de 2010

INFRAERO LANÇA SEU NOVO PORTAL NA INTERNET


A Infraero lançou nesta quinta-feira, 9 de setembro, seu novo portal. Por meio do endereço www.infraero.gov.br, a empresa estabelece uma ferramenta essencial de comunicação, negócios e interação com seus clientes – principalmente os usuários do transporte aéreo – e toda a sociedade.

Com um layout mais moderno e funcional, o novo portal possui as mesmas facilidades do antigo site e ainda traz novidades, como o link “Tempo nos Aeroportos”, onde é possível conferir dados sobre temperatura, visibilidade e outros quesitos nos aeroportos brasileiros. No link “Obras e Investimentos” estão os planejamentos da Infraero na modernização e ampliação de sua Rede.

A área dedicada à Imprensa ganhou novo layout, tornando mais visíveis as notícias sobre os aeroportos da Rede e a área de “Notas e Respostas”, com as réplicas e informações encaminhadas pela Assessoria de Imprensa da Infraero aos veículos de comunicação.

Os itens sobre atrasos de voos (“Situação dos Voos”), voos online (“Consulte seu Voo”), bastante requisitados no antigo site, ganharam nova formatação no portal, tornando-se mais funcionais para os usuários.

O novo portal também apresenta outras ferramentas inéditas até então: vídeos sobre os aeroportos da Rede Infraero, um banco de imagens com fotos dos aeroportos administrados pela empresa, além de um link para o canal da Infraero no Twitter – o @canalinfraero. Tudo preparado para oferecer uma melhor navegação e informações sempre atualizadas aos passageiros e usuários.

O projeto do novo portal nasceu da parceria entre as equipes da Superintendência de Marketing e Comunicação Social e da Superintendência de Tecnologia da Informação da Infraero. O projeto apresenta como fatores positivos o uso de software livre, seguindo orientações do E-Gov, e regras de acessibilidade.

As mudanças incluíram a gestão centralizada na sede da Infraero, em Brasília (DF), uma nova arquitetura de apresentação de conteúdos e interface gráfica, novas informações e serviços. Estas mudanças englobam a primeira fase do portal, que ainda receberá mais novidades. “A evolução será constante, possibilitando a inclusão de dados – sobretudo dos aeroportos da Rede Infraero – com o objetivo de sempre oferecer informações atuais aos usuários”, destacou a superintendente de Marketing e Comunicação da Infraero, Léa Cavallero.


quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Queda de pequeno avião em San Francisco deixa um morto


Uma mulher de 40 anos foi encontrada morta ao lado dos destroços de um pequeno avião que caiu em uma lagoa em San Francisco, nos Estados Unidos. Mergulhadores procuram mais duas pessoas que podiam também estar a bordo.
Fonte: Portal G1

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Avião com buraco na fuselagem faz pouso de emergência nos EUA

Um avião da Qantas, que havia decolado com destino a Sydney, fez um pouso de emergência no Aeroporto de San Francisco, na Califórnia, Estados Unidos, após um defeito no motor provocar uma explosão e um buraco na fuselagem da aeronave, informou a companhia área australiana nesta quarta-feira (1º).

O acidente ocorreu sobre o Oceano Pacífico, após 45 minutos de voo. Para realizar a manobra com segurança, o comandante da aeronave piloto despejou combustível no mar e voltou ao aeroporto norte-americano. Não há registro de feridos.

Segundo a imprensa australiana, o Boeing 747-400 transportava 212 pessoas. De acordo a agência de notícias Efe, 230 pessoas estavam a bordo da aeronave.
O voo decolou de San Francisco na noite de segunda-feira (30), mas, segundo as agências internacionais de notícias, um de seus motores passou a vibrar, pegou fogo e parte dele explodiu, causando um buraco na fuselagem.

“Ocasionalmente os motores falham nos aviões. Isto prova a habilidade de nossos engenheiros e da tripulação, que trouxeram o avião de volta de forma segura”, afirmou o porta-voz da empresa, David Epstein.

Alguns passageiros confirmaram à imprensa australiana que notaram uma forte vibração, e depois descobriram que saíam chamas de um motor na asa direita do avião. Após a aterrissagem emergencial, os passageiros aplaudiram a manobra e deixaram o avião rapidamente utilizando um escorregador.
Fonte: Portal G1