
As reformas em Congonhas têm dois objetivos primordiais: aumentar a segurança e, ao mesmo tempo, ampliar a capacidade de operação do terminal, reduzida em mais de 20% – de 44 para 34 movimentos por hora – após a tragédia do voo 3054 da TAM, em julho de 2007. O novo plano do governo prevê a conversão da atual pista auxiliar em principal. Com 1.435 metros de extensão, a pista auxiliar é utilizada apenas por aviões de pequeno porte.
O projeto, segundo Jobim relatou às famílias, é deixá-la com comprimento pelo menos igual ao da pista principal de Congonhas – 1.940 metros. A solução criaria uma margem de segurança tanto em relação ao terminal de passageiros, vizinho da Avenida Washington Luís, quanto em relação à Avenida dos Bandeirantes. Além disso, a utilização da atual pista principal como acesso para o pátio de aeronaves criaria as chamadas “saídas de alta velocidade”, o que permitiria aumentar a capacidade de operação do aeroporto. Tudo isso sem a necessidade de grandes desapropriações – o custo estimado para remover os cerca de 2 mil imóveis era de R$ 500 milhões.
Fonte: Portal Piloto Civil
Um comentário:
Congonhas e Guarulhos passaram do limite, favor pensar em Viracopos, Sorocaba, São José do Campos, Santos, e outros. Ligar a cidade de Santos à Curitiba e Rio de janeiro, assim ela entra no tráfego aéreo nacional.
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